Outro tipo de trauma: acidente

Questão:

A minha mãe, que tem 50 anos e era uma pessoa muito activa, teve um horrível acidente de automóvel (não por culpa dela). Sofreu múltiplas fracturas e teve de ser operada. O traumatismo cerebral foi pequeno, no entanto.

Passados três meses, já consegue andar, embora ajudada. Mas vêem-se as melhoras. O próprio fisioterapeuta diz que ela deve sair e andar desde que seja num bom piso. O pior é a cabeça dela. Diz que não lhe apetece nada, que não consegue descansar com pesadelos, que mais lhe valia ter morrido no acdente. Está a ser medicada por um psiquiatra e parece um pouco mais animada. Foi ele que nos falou no life coaching como uma via possível para ela sair deste impasse. A outra seria a psicoterapia, mas ela tem uma certa relutância em aceitar que está com problemas psicológicos. Que vos parece?

A escolha é vossa. A pré-disposição da pessoa é essencial nestes processos. Por que não experimentar uma primeira sessão de coaching para ela ver como funciona? Os nossos coaches são pessoas dinâmicas, para quem o bem-estar do cliente é o principal. Alguns são psicólogos e psicoterapeutas e, caso ela queira aprofundar alguns temas, poderá sempre mudar para uma psicoterapia. O essencial é fazê-la sair dessa retirada para dentro dela própria e fazê-la reencontrar o interesse pela vida (presumimos que já está a ser medicada para a depressão). Os acidentes graves podem afectar seriamente a imagem que o próprio tem do seu corpo, principalmente numa mulher. Este tipo de trauma tem de ser tratado profissionalmente (temos um especialista em traumatologia que é também life coach). Estamos seguros que a sua mãe vai experimentar melhoras visíveis e voltar a ser uma mulher activa.

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