Simon Sinek

Quotation from Leonard Cohen

Leonard Cohen On “What Makes A Writer”
(Posted on December 14, 2016 by DrHGuy)

I never depended too much on inspiration. Everyone I know is inspired in the sense that everybody has flashes of insight and moments of deep feeling and seizures of emotion. I don’t think writers have any corner on that kind of experience. But the thing that comes next, which is the application, or the perspiration not the inspiration, that’s what makes a writer.

Leonard Cohen

Great video by Alain de Botton

https://youtu.be/MSE6ZIaEFHM

True!

http://empoweringbusiness.economist.com/expert-advice/what-is-the-one-skill-every-effective-leader-needs/?fsrc=scn/outbrainUK

O poder torna-o menos empático?

Já aqui falámos da empatia como uma das competências essenciais quer na vida pessoal quer na vida profissional.

Mas será que o sucesso profissional afecta esta valiosa capacidade?

Sugerimos a leitura deste artigo onde se verifica a existência desse perigo.

Ao adquirirmos mais poder, através de uma promoção por exemplo, corremos o risco de ir abusando dele cada vez mais.

E é importante não ceder a esta vulnerabilidade. Como?

Detectando e corrigindo sinais de abuso o quanto antes.

  • Trabalhamos menos em equipa?
  • Inibimos os que nos rodeiam de colaborar connosco?
  • Utilizamos o nosso poder apenas para benefício pessoal?
  • Procuramos e aceitamos o feedback de quem nos rodeia?
  • Exigimos privilégios?
  • Admitimos erros?
  • Mantemos pessoas de confiança na nossa vida para quem a nossa posição não é relevante?
  • Rodeamo-nos de “yes men”, ou seja, de pessoas que concordam sempre connosco?
  • Tomamos as decisões sozinhos?
  • Como nos comportamos quando somos o centro das atenções?
  • Queremos ser os únicos na ribalta?

Um coach executivo pode ser muito útil neste processo de garantir que valores como a empatia, a autenticidade e a generosidade não se perderam, corrompendo a nossa possibilidade de nos tornarmos verdadeiros líderes de excelência.

Saúde psicológica: porque a desleixamos tanto?

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The tirany of happiness

The idea that we are entitled to be happy – and should -comes from the second half of the 18th century and has spread to all the world with the corresponding misery.

http://www.prospectmagazine.co.uk/philosophy/against-happiness-why-we-need-a-philosophy-of-failure

Prós e contras das promoções

http://ftp.iza.org/dp6675.pdf

O desejo de mudança

Vi há dias num site esta imagem, cujo autor não estava identificado. Ao ler o que nela estava escrito ocorreu-me mais uma vez a questão da mudança e transformação. 
Quase toda a gente afirma convictamente que gostaria de mudar uma série de coisas na sua vida. 
Mas queremos mesmo mudar? Ou será que no fundo, no fundo, preferimos acomodarmos-nos nos velhos hábitos, rotinas, pensamentos, atitudes? Parece que mais vale um mal conhecido do que o desconhecido, como muitas vezes comento com os meus clientes de coaching. 
Temos medo da mudança. Será que o inferno existe mesmo, como nesta imagem?
 
 

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Quer mesmo fazer novos amigos?

Ouço muitas vezes a queixa de que a partir de uma determinada idade é difícil fazer novas amizades. Que quando se andava no liceu era fácil, mas que agora…

Vou ser directa: não, não era fácil no liceu nem é agora, se não se tem realmente vontade, disponibilidade e algumas outras capacidades que se podem desenvolver e de que falarei a seguir.

A primeira questão é a da vontade. Quero realmente fazer um(a) novo(a) amigo(a)? Com tudo o que isso implica de disponibilidade para, não só ouvir o outro, mas também expor-se ao falar de si? E, antes disso, de ir à procura de amigos?

Os amigos, como tudo o resto na vida, excepto a chuva, granizo e neve, não caem do céu aos trambolhões. Mas há pessoas que pensam que sim, como também pensam que um “bom” emprego vai aparecer de repente, sem fazerem nada por isso.

Queremos mesmo fazer uma nova amiga? (Vou adoptar aqui o feminino por comodidade, nas é evidente que também se aplica a fazer amigos homens)

Vejamos então os passos.

1. Sair da zona de conforto, do rame-rame casa-trabalho, trabalho-casa. Frequentar uma actividade cultural que se prolongue no tempo, como um grupo de leitura, um voluntariado numa biblioteca, um ginásio, uma actividade desportiva que exija encontros regulares, um fórum na internet, aulas de línguas ou de pintura em horário pós-laboral, etc, etc.

2. Sermos nós próprias. Pensar: o que é que eu gosto de fazer? Há muita gente que não sabe responder a esta pergunta. Aqui está um exercício para fazer consigo própria: se acordasse amanhã com uma nova capacidade ou habilidade, qual seria ela? Gostava de saber dançar? Há aulas de tango disponíveis em muitas cidades e locais. Tango ou outro tipo de dança. Ocorre-lhe que gostaria de ser escritora? Há variados cursos de escrita criativo, por sinal bem divertidos, como o do Rui Zink.

3. Partindo do princípio de que venceu a fácil e confortável inércia que nos impede de experimentar coisas novas (sobre isto falarei no fim), que já fez uma busca na internet ou que perguntou a outras pessoas, resta pegar nos pezinhos e ir inscrever-se.

4. Vou hoje à minha primeira aula de …… (preencher). Mas o que é que digo quando lá chegar? Seja verdadeira. Os outros percebem facilmente quando estamos a ser genuínos ou não. Apresente-se e diga por que escolheu aquela actividade e que quer fazer amigos que partilhem os mesmos interesses. Mostre-se curiosa e aberta a novas experiências. Tente falar com a maior parte das pessoas. Interesse-se pela vida deles que eles também se interessarão pela sua. Depois, naturalmente, vai verificar que algumas pessoas se aproximarão mais, outras não. É natural. Um dos erros mais frequentes que fazemos é pensar que todos têm de gostar de nós. Trata-se de um pensamento mágico, infantil, de uma ilusão.

Vamos supor que entre si e uma outra pessoa do grupo surge uma afinidade: pode ser um sorriso, uma “asneira” feita em comum, qualquer coisa que visto aproxime. Aproveite pequenos sinais.

4. Partilhe factos e pensamentos com uma provável futura amiga. Não vai enchê-la de informação logo não primeira conversa, mas mostre-se aberta e revele qualquer coisa sobre si própria. Qualquer coisa pessoal e mesmo ligeiramente embraçosa. É contagioso.

5. À primeira oportunidade, convide essa pessoa para almoçar no dia seguinte, ou irem à praia no fim de semana. Nada de vago e bem português tipo “temos de nos encontrar um dias destes”. É o mesmo que dizer que está pouco interessada.

6. O sentido de humor é importante. Todos nós gostamos de rir, e não há nada que una mais as pessoas. Entre um homem e uma mulher, é tão importante como o sexo.

7. Depois de um primeiro encontro, quer seja uma ida ao cinema, um almoço, qualquer coisa, é sempre simpático e é uma forma de manter a conexão, mandar um email ou uma mensagem a dizer que gostámos muito (se foi o caso, claro). E depois, vem tudo o resto. Manter uma amizade é capaz de ser mais difícil do que fazer uma nova. Exige disponibilidade e também a capacidade de aceitar algumas pequenas coisas que não nos agradem muito. Mas o importante são as grandes coisas. Este já não é o assunto deste post.

Bem, agora vem a parte mais dolorosa. Alguns dos meus leitores dirão: mas eu sei isso tudo mas não consigo…

Primeiro, saberão mesmo?

Segundo: é um facto que um humor mais depressivo leva a um fecho sobre nós próprios – isto para não falar já das personalidades mais esquizoides. O depressivo sente – é essa a natureza do seu problema – que não tem nada para dizer, que ninguém gosta dele, que tem receio que os outros o interpretem mal, que tem medo dos falsos amigos…

Tudo desculpas para não ir à luta, para adiar a vida todos os dias.

O ser humano precisa do seu espaço,próprio mas também precisa do contacto com os outros. Não é por acaso que é um ser gregário. Uma amizade, como um amor, pode trazer desgostos, claro. Mas também pode ser muito gratificante e nós precisamos dela. “No man is an island”, como escreveu esse grande poeta que foi John Donne.

 

 

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